As armas de longa distância e a guerra estática

    Com todo o desenvolvimento tecnológico e estratégico bélico que os países europeus haviam conquistado, é de se esperar que as táticas de guerra medievais seriam abandonados de vez, e substituídos por técnicas de avanço mais eficazes. Entretanto o sentimento nacionalista transbordando do copo da honra dos generais, estas táticas medievais quase que primitivas, aonde dois exércitos ficavam olhando um para o outro esperando para morrerem, permaneceu. Isto também devido ao fato de que odos os países acreditavam serem os mais desenvolvidos e que independente de quem fossem combater, seria uma vitória fácil e rápida, como todos os países possuíam este mesmo sentimento e as forças militares estavam balanceadas, a guerra continuara por quatro anos.
    Os quatro anos mais devastadores e traumáticos da Europa até 1939, quatro anos intermináveis. Mesmo que as táticas de guerra continuassem medievais, o extremo dos exércitos esperando para morrer já não existia mais, como comentado anteriormente, agora utilizava-se a maravilhosa e infalível tecnologia das trincheiras. Por esse exato motivo (a ineficiência das trincheiras) começou-se a utilizar armas de longa distância.
    Geralmente estas seriam canhões enormes que disparavam munições de tamanho proporcional. Estas armas ficariam longe da frente de batalha, e atingiriam o inimigo por longe, entretanto estas armas possuíam alguns defeitos: Era deveras lento para fazer um disparo, precisavam de vários homens para opera-las, e muito trabalho para desatola-las da lama. Isto fez com que muitas armas deste gênero fossem encontradas abandonadas após a primeira guerra.

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