A guerra em trincheiras com novos armamentos tecnológicos

    Após um grande período de corrida armamentista na Europa, onde todos os países disputavam para ser o país mais avançado tecnologicamente, o que inclui a industria bélica. Entretanto nenhum país usaria seu armamento contra o outro, para não ser considerado o causador de uma guerra. Mesmo que a inimizade crescente dos países devido a luta pela conquista do mercado internacional fosse um fator explosivo para a guerra, a pressão pela paz prevaleceu por um período.
    Após o assassinato do herdeiro do trono do império Austro-húngaro e a declaração de guerra feita pelos países uns contra os outros devidamente concluída, os países começam o processo de convocação dos soldados para as forças armadas, estes iriam se encaminhar até as frentes de batalhas, onde lá cavariam as chamadas "trincheiras", que consistem basicamente de um buraco do tamanho de um soldado para que estes possam ficar abaixado nas trincheiras e observar os inimigos ao outro lado impedindo (ou pelo menos dificultando) que fossem atingidos.
    O único problema era que a mesma estratégia era utilizada nos dois lados da frente de batalha, portanto nenhum exército se enfrentava diretamente, o que tornou a primeira guerra mundial um conflito estático. No entanto as novas tecnologias não se aplicavam apenas ao ramo dos armamentos em si, mas também nas táticas de batalha, estas que se expandiam além da técnica de trincheiras. Foi implementado o cálculo a guerra, cálculos para determinar qual seria a angulação ideal para atingir o inimigo, cálculo para determinar qual seria o recuo da arma, entre outros.
    Isto somado com a dose de nacionalismo que o exercito de cada país recebia, faziam os soldados acreditarem mesmo que erradamente que seu exército era o melhor, o mais avançado, o mais tecnológico, e em alguns casos este sentimento iludia alguns o que levava a morte.

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